sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Musica-me...me...me...





Imagem: vídeoarte de Nam June Paik

4 comentários:

partilha de silêncios disse...

Inúmeras pesquisas, desenvolvidas em diferentes países e em diferentes épocas, particularmente nas décadas finais do século XX, confirmam que a influência da música no desenvolvimento da criança é incontestável. Algumas delas demonstraram que o bebê, ainda no útero materno, desenvolve reações a estímulos sonoros.
Em pesquisa realizada na Universidade de Toronto, Sandra Trehub (apud CAVALCANTE, 2004) comprovou algo que muitos pais e educadores já imaginavam: os bebês tendem a permanecer mais calmos quando expostos a uma melodia serena e, dependendo da aceleração do andamento da música, ficam mais alerta.
Nossas avós também já sabiam que colocar um bebê do lado esquerdo, junto ao peito, o deixa mais calmo. A explicação científica é que nessa posição ele sente as batidas do coração de quem o está segurando, o que remete ao que ele ouvia ainda no útero, isto é, o coração da mãe. Além disso, a eficácia das canções de embalar é prova de que música e afeto se unem em numa mágica alquimia para a criança.

bjs

José Manuel Marinho disse...

Engraçadíssima imagem. Sem música é quase impossível viver; só anti-sociais não se educam musicalmente. Lembro o espectáculo Fim de Partida, encenado por Kristian Lupa no T. de Almada hoje e Amanhã, 14 e 15. Não vais até lá Ana Paula? Olha que vale a pena. Deixo-te aqui o endereço de um clip promocional http://www.youtube.com/watch?v=OjC69yRCbUQ&feature=player_embedded#!. Vão até lá.

Eliete disse...

Ana Paula, concordo plenamente com esta opinião. Até podemos viver sem educação musical mas não seremos os mesmos. Se, todoas as pessoas tivessem a oportunidade de ter contato com a música desde o útero materno, com certeza seríamos mais sensíveis.bjs

José Ricardo Costa disse...

Muito bem. Quando vi a referência inicial à matemática comecei por temer o pior. Mas acabou bem. A música vale por si só e não como um mero meio para outras capacidades.