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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Baralhar e voltar a dar

Decepcionada, ou mesmo entediada, com os debates que a vida política portuguesa nos oferece, venho a lembrar algumas mais sábias palavras. Que há naqueles um jogo argumentativo cujo brilho decai mesmo antes de acontecer, tenho poucas ou nenhumas dúvidas. Que esta alternativa para uma conversa se situa no reino das quasi-impossibilidades, também duvido pouco. No entanto, é bom pensar, e pensar para lá dos limites do que se pressente como um jogo onde as cartas se baralham mal. Depois dele, a única percepção nítida é a de que fica tudo na mesma. Que tanto mais nos baralhe e que tanto ainda nos espante perante tamanho desconserto do mundo, ainda vá - não somos, não sou, quero dizer, assim tão clarividente. Mas, que nos baralhem tão mal... isso é mais difícil de aceitar. Ou, por outra, não se aceita. 

Brain Storming: como libertar-me do pensamento, no sentido tradicional do termo, pelo qual nutro tanto apego? 



e... o eterno retorno ao amor... 






Regresso ao futuro

Muitas vezes, diz-se: nunca regresses a um lugar onde já foste feliz. Mas como não procurar todos os lugares que nos parecem compatíveis com...