Considerar estas pequenas pérolas que encontramos no youtube é motivo de entusiasmo. Há quem as disponibilize, partilhando-as, neste tempo que tanto vive de efémero e circunstancial.
Não sou deleuziana, até porque, como o próprio Deleuze dizia, tal postura desvirtuaria toda a sua filosofia. Não deixo por isso de ser susceptível ao fascínio que as suas ideias conseguem provocar-me.
E depois disso, afinal, retomar a aprendizagem da inevitável solidão do pensar... (algo a considerar no contexto do testemunho do filósofo - é preciso ouvi-lo: parte III) - e, sobretudo, o retomar do constante desafio na diferença e na repetição, no ensaio recorrente e no momento único. O desafio do que nos apaixona, onde quer que se encontre.