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sábado, 2 de maio de 2009

Pausa para cafezinho


É verdade que por vezes penso na tranquilidade da vida fora do bulício (e das notícias) da cidade. Já me aconteceu admirar a vida de eremita. Quando ouço Arvo Pärt, por exemplo. Mas, ainda que possa parecer-me o verdadeiro significado de "umas férias", dificilmente seria capaz de me sujeitar a tal provação. Acho bastante desagradável o puro hedonismo como forma de vida: parece-me superficial. Do mesmo modo, fico muito aquém da verdadeira admiração do sacrifício pelo sacrifício. O isolamento (e tudo o que lhe está associado) exige motivos bem mais profundos.

Na realidade, sou muito citadina. E depois, o retiro para os confins do mundo colocar-me-ia um problema enorme: como poderia tomar um bom café?! Não daqueles de copo, beberagem, mas uma bica como deve ser? Não estou a ver uma Nespresso num retiro de fim do mundo. Não condiz nada. Um bom café faz parte do ruído, da pressa e da confusão. Num outro registo, faz parte do relax no estilo lounge.
Constata-se nestes pequenos detalhes o assimilar de uma efectiva segunda natureza.





Regresso ao futuro

Muitas vezes, diz-se: nunca regresses a um lugar onde já foste feliz. Mas como não procurar todos os lugares que nos parecem compatíveis com...