«O estilo é uma questão não de técnica mas de visão.»
Proust
Proust
Não é de agora, não. É algo antigo e imemorial. Agora, tem só novos contornos.
Olho à minha volta e vejo, disseminado, um certo estilo. O estilo bem. Culto mas viperino. Porque quem não tenha um toque de malvadez julga que fica insonso. E, tal como no cravo bem temperado (perdoe-me Bach a comparação), crê necessário afinar o seu discurso, temperando com esse raffinement (à la Marquis de Sade quiça... ) todas as suas opiniões, críticas e intervenções. Julga que fica bem. Acredita que assim revela grande bagagem cultural e ... mais importante que tudo... julga-se diferente por isso.
Críticas contundentes, acho bem, desde que assumidas. Gente informada, aprecio. Gente culta, admiro. Gente de faz de conta que... tenho pouca paciência e dá-me tédio. Mas sou pela liberdade de expressão.
E aqui... exactamente neste ponto, é de recuperar o blablabla da liberdade. Ou seja, ela não existe sem responsabilidade. Chegados a este ponto, muitos recuam. Quem quer responsabilidades?! O ideal é encontrar um espaço onde seja possível dizer tudo e não assumir nada. Fazer a catharse na incógnita. O que é legítimo. Pena que tantas vezes descambe para o pedantismo...
Interessante também e de destacar é o facto de serem muitos daqueles que tiveram oportunidade de aprender mais e que trazem na sua tal bagagem um sem número de conhecimentos, um savoir faire de quem costuma mover-se em determinados ambientes...; esses a quem se deverá atribuir uma maior responsabilização...; tantos deles são os tais com um certo estilo...
Afinal, o que é a ignorância?!
O que eu faço relativamente a pessoas com tanto estilo é ignorá-las e não me misturar com elas. Porque eu não estou à altura. Sou mais simplezinha. Respeito-as e deixo-as no seu espaço próprio. A que têm direito, pois claro.
Pessoalmente, gostaria de ver um pouco mais de interesse efectivo acerca das questões e pseudo-questões. Mas quando A Questão é usada e abusada, quando ela serve de mera catapulta lá para a frente e para abrilhantar afirmaçõezinhas pessoais... aí... que posso dizer? Desagrada-me. Acho que é tudo quanto a isso. Desagrada-me.
Agora, atenção: isto é só uma opinião. Gratuita, livre e pouco elaborada. Mas responsável. Que nasceu do simples desagrado face a muito do que se vê por aí... E o aí é muito vasto...
A imagem é daqui
Críticas contundentes, acho bem, desde que assumidas. Gente informada, aprecio. Gente culta, admiro. Gente de faz de conta que... tenho pouca paciência e dá-me tédio. Mas sou pela liberdade de expressão.
E aqui... exactamente neste ponto, é de recuperar o blablabla da liberdade. Ou seja, ela não existe sem responsabilidade. Chegados a este ponto, muitos recuam. Quem quer responsabilidades?! O ideal é encontrar um espaço onde seja possível dizer tudo e não assumir nada. Fazer a catharse na incógnita. O que é legítimo. Pena que tantas vezes descambe para o pedantismo...
Interessante também e de destacar é o facto de serem muitos daqueles que tiveram oportunidade de aprender mais e que trazem na sua tal bagagem um sem número de conhecimentos, um savoir faire de quem costuma mover-se em determinados ambientes...; esses a quem se deverá atribuir uma maior responsabilização...; tantos deles são os tais com um certo estilo...
Afinal, o que é a ignorância?!
O que eu faço relativamente a pessoas com tanto estilo é ignorá-las e não me misturar com elas. Porque eu não estou à altura. Sou mais simplezinha. Respeito-as e deixo-as no seu espaço próprio. A que têm direito, pois claro.
Pessoalmente, gostaria de ver um pouco mais de interesse efectivo acerca das questões e pseudo-questões. Mas quando A Questão é usada e abusada, quando ela serve de mera catapulta lá para a frente e para abrilhantar afirmaçõezinhas pessoais... aí... que posso dizer? Desagrada-me. Acho que é tudo quanto a isso. Desagrada-me.
Agora, atenção: isto é só uma opinião. Gratuita, livre e pouco elaborada. Mas responsável. Que nasceu do simples desagrado face a muito do que se vê por aí... E o aí é muito vasto...
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