
É sabido que a vida tem fases e que a cada uma delas corresponde um determinado conjunto de características que a marcam. Já há algum tempo que tenho procurado definir a minha fase actual. Tarefa não fácil, procurar ver para lá da dimensão do eu, carregado de subjectividades, artifícios, auto-justificações, e etc e tal...O minimalismo sempre me foi difícil. No entanto, admiro essa atmosfera (interior ou exterior) de inspiração. Acho que nunca conseguirei imbuir-me verdadeiramente desse espírito. Interesso-me por demasiados assuntos. E, por mais que ambicione a simplicidade, é a complexidade do todo e de tudo que me persegue.
Talvez pelo passar do tempo... à medida que nos apercebemos do quanto é precioso, talvez por isso surja a necessidade de fazer uma triagem interior. Sobretudo interior, porque são os aspectos volitivos que comandam em grande medida a vida (não por inteiro, pois isso seria a pura liberdade na sua versão mais simplista).
Talvez pelo passar do tempo... à medida que nos apercebemos do quanto é precioso, talvez por isso surja a necessidade de fazer uma triagem interior. Sobretudo interior, porque são os aspectos volitivos que comandam em grande medida a vida (não por inteiro, pois isso seria a pura liberdade na sua versão mais simplista).
Talvez este comando interior para seleccionar se prenda com o caos circundante. Com a sensação de que nunca será possível compreendê-lo por inteiro. É complicado evitar que o exterior tenha um profundo reflexo no interior de cada um.
Sempre me fascinaram as imagens de barcos à deriva no meio de grandes tempestades. Mas, sobretudo, quando se torna evidente que lutam por manter o rumo.
Está visto que a minha triagem não põe de lado inquietações do tipo filosófico-existenciais!
Sempre me fascinaram as imagens de barcos à deriva no meio de grandes tempestades. Mas, sobretudo, quando se torna evidente que lutam por manter o rumo.
Está visto que a minha triagem não põe de lado inquietações do tipo filosófico-existenciais!