Às vezes, até apetece passar para um universo paralelo. A ser possível, por certo colocar-se-ia a questão: voltar ou não voltar?
Esta entrevista já é de 2005, mas nem por isso deixa de ser uma oportunidade de participar do ritmo excelente da conversa com um comunicador brilhante: Michio Kaku.
Adolescente, eu era completamente fascinada pela hipótese de viagens no tempo, assim como pela possibilidade de existência de outros mundos. Bom, confesso que ainda sou bastante.
Quem pode afirmar que em ciência não há imaginação?! Ainda que tudo isto aguarde a necessária confirmação e, portanto, a exigível posse de provas, não deixa de ser algo muito provável.
Tal como nos filmes que faziam as minhas delícias de adolescente, imagino-me em viagem a outro mundo... Uma vez nele, estou certa de que faria o que sempre faziam os meus heróis dessas sagas: voltaria ao meu mundo, neste caso, ao meu universo de origem, mesmo que fosse muito menos avançado. Suponho que algo assim só se explica pela relação afectiva desenvolvida com ele.