Gosto do cinema francês, mas lamento que seja tão pobremente distribuído nas nossas salas de cinema, dominadas pela indústria cinematográfica norte-americana. Nada tenho, à partida, contra os filmes desta proveniência, muitos deles excelentes. O que critico, porque me parece empobrecedor, é a falta de equilíbrio, ou melhor dizendo, a escassez de alternativas.
Pois bem, este é um filme algo desintoxicante a este nível. É também um filme muito belo, segundo várias perspectivas: estética, existencial, artística, e até holística, pela intensa fusão do ser humano com a natureza, a qual, de certo modo, enaltece.
