segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Séraphine de Senlis



Gosto do cinema francês, mas lamento que seja tão pobremente distribuído nas nossas salas de cinema, dominadas pela indústria cinematográfica norte-americana. Nada tenho, à partida, contra os filmes desta proveniência, muitos deles excelentes. O que critico, porque me parece empobrecedor, é a falta de equilíbrio, ou melhor dizendo, a escassez de alternativas.
Pois bem, este é um filme algo desintoxicante a este nível. É também um filme muito belo, segundo várias perspectivas: estética, existencial, artística, e até holística, pela intensa fusão do ser humano com a natureza, a qual, de certo modo, enaltece.






Realizador: Martin Provost

No papel de Séraphine: Yolande Moreau


Imagem: pesquisa do Google

9 comentários:

casos e acasos da vida disse...

Olá Ana Paula
Vi o filme e subscrevo inteiramente tudo o que diz sobre o mesmo.
Também escrevi sobre a verdadeira Shéraphine, um caso potencial de instinto artístico, quanto à Seréphine no filme a sua interpretação tão cheia de naturalismo, cria uma grande empatia, pelo menos foi o que senti.
Boa semana.
Bjs,
Manuela

RAA disse...

O Festival de Cinema do Estoril está quase a começar, Ana Paula!

Porfirio Silva disse...

Está na lista para ver. Mas tenho de me despachar, porque já não deve demorar muito a sair. E este post empurra para a ida sem delongas. Porque faço fé, claro.

Mar Arável disse...

Permita-me

um serviço público

o seu espaço

Austeriana disse...

Olá, Ana Paula!:)

Subscrevo o que afirma e o que o video mostra convida ao visionamento integral.

Obrigada pela excelente sugestão!
Abraço.

anamar disse...

Gostei muito...
Saí do filme tão bem. Uma interpretação magistral...
E, como diz RAA, estamos quase no festival do Estoril... mesmo aqui à porta!Uhmmmmm.
Abraço

Paulo disse...

Está na agenda para o próximo fim de semana :):)
Agora com mais razões. Obrigado

TERESA SANTOS disse...

O cinema francês sempre foi o parente pobre da cinematografia internacional. Nunca percebi muito bem as razões que levavam (levam) a esta forma de tratamento, como que descriminatória.
O post é óptimo, na medida em que funciona como um convite a visualizar o filme na integra.
Abraço.

José Rui Fernandes disse...

Tenho a sorte de ter por perto uma sala que está atenta a estas magníficas produções, fora dos grandes circuitos comerciais: o Fórum Cultural do Seixal.

Obrigado por aqui nos lembrar o que vale a pena ver!

Abraço,
José Rui