sábado, 27 de março de 2010

Somos robots?


Não há como negar que os tempos são de reflexão, também no que diz respeito à relação do humano com a máquina. Possivelmente, alguns robots virão a proporcionar mais felicidade ao mundo do que muitos humanos. Depende de nós... e, provavelmente, dessa forma híbrida anunciada pelo futuro, a da incorporação tecnológica nas características humanas (ou o seu inverso).
- Para já: ... rock your body!



Sobre o tema ler mais  AQUI   (no Machina Speculatrix

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11 comentários:

Manuela Araújo disse...

Olá Ana Paula

Se calhar tem razõa, pois já temos uma boa parte de "robots": quantas vezes não agimos mecanicamente sem pensarmos? E não é só nas tarefas rotineiras, até nas coisas verdadeiramente importantes estamos "programados" para ver só parte da questão e agir em conformidade com o programa instalado. E veja-se, por exemplo, como o islamismo sabe instalar programas fortíssimos! Mas o exemplo, de outros modos, toca-nos a todos.
Um abraço

Há.dias.assim disse...

Dentro da raça humana mais valia que alguns fossem robots... seria menos mau e causariam menos destruição física e psicológica.

Manuela Freitas disse...

Olá Ana Paula,
Essa relação do homem com a máquina é algo que me faz muita confusão, lá vou assimilando o que se torna necessário, mas se posso dispensar, melhor!...
Penso que já temos uma percentagem muito razoável de robotização...mas se os robots vierem mesmo viver connosco, já pode ser complicado!...Mas como a Ana é optimista, pode ser que nos tragam mais felicidade que o ser humano!!!!!
Beijinhos e gosto sempre muito apareça lá por casa,
Manuela

esp disse...

Olá Ana Paula.
Tem toda a razão. Cada vez mais deveríamos parar um pouco para reflectir, sendo certo que a sociedade nos apalela a cada minuto, para seguirmos em frente mecanicamente.
Podemos começar hoje, a pensar um pouco, no que queremos fazer de nós,e consequentemente a lidar melhor com o outro.
Mas não é fácil, normalmente, não temos tempo...
Desejo-lhe uma boa Páscoa, e a continuação destes belos posts, que nos ajudam, a parar para pensar.
Um abraço
esp

T.Mike (Miguel Gomes Coelho) disse...

Há quem considere o cérebro um computador. Sobre o corpo humano só se fala de física, mecânica, quimica e biologia.
Aplicam-se conceitos matemáticos na resolução de muitos problemas de saúde.
Temos peças(?) que podem ser substituidas; já se conseguem fazer upgrades com a inclusão no nosso corpo de mecanismos próprios. O nosso corpo pode ser seccionado e como tal observado como qualquer máquina computadorizada numa banca de ensaio, etc. Mas não somos robots, porque a estes últimos falta o sopro que nos torna todos diferentes independente da marca. O tal sopro que impede que possamos ser construídos ou montados em série. Mas existem máquinas a que já se conseguem aplicar certos tipos de comportamento humano. Certo! Mas os mais gerais, nunca os particulares. Por alguma razão na ficção cientifica nunca um robot, porque máquina, consegue apresentar afetos. É o tal sopro. Não existe programação possível para certas funções.
Seremos pois robots, os que o deixarem, em certas coisas, mas não no essencial.
Um abraço, Ana Paula.

vbm disse...

É uma questão em aberto, e não por acaso. «O que pode um corpo?» interrogava-se Espinosa, na esteira de Descartes, o teórico do «animal-máquina». E setenta por cento da nossa massa corporal não é simplesmente água!? O que nos distingue do reino mineral e vegetal, se o nosso corpo se compõe dessa natureza. Mas, distinguimo-nos claramente de qualquer maquinismo, por causa da dor e do prazer, animais que somos. Mas, porque inteligentes, conjugamo-nos tão bem com servo-mecanismos por nós programados! :) Há-de ser uma simbiose feliz, o mecanicismo embutido de análise lógica sem erros; mas se lhe incutirmos auto-aprendizagem, então vai ter de errar como nós, sem que por isso virem humanos! será que volverão demónios!? Lol, tal não será consentido. Mas, se erram para aprender, então também não me parece que tenham interesse, porque para isso estamos cá nós :) No entanto, ando fascinado com a investigação da nano tecnologia que intervém ao próprio nível dos átomos e moléculas, forçando-os a actividades com sentido! Gostava de ser mosca no século XXIII e no XXX para vir ver como pairam as coisas por cá :))

Mar Arável disse...

Creio que um dia

seremos crianças

José Marinho disse...

Coloca-se a questão da inteligência artificial. Espero que o futuro d História, nesse aspecto, seja mais simpático do que tem sido em muita da evolução tecnológica. Na realidade, o "robot" é criado por "nós". Surge sempre o factor da apropriação - tudo acaba por ir parar às "leis do mercado", ou melhor do mercantilismo, a menos que o "robot",a máquina, comece a pensar de forma algo autónoma; e depois? Registo o tom de esperança que deixas na tua edição: "Possivelmente, alguns robots virão a proporcionar mais felicidade ao mundo do que muitos humanos". Beijinhos. José

Aprendiz disse...

Um frase apenas: Que os robôs sirvam a felicidade dos homens e não o contrário... A técnica e a ciência não devem substituir os valores humanistas.

José Rui Fernandes disse...

O que isto me foi lembrar...
Kraftwerk: "We are the robots"

anamar disse...

Passo a deixar um beijinho e boa pausa...
:))
Ana