sábado, 14 de novembro de 2009

À Ester

Amanhã cuidarei de muitas flores
hoje oiço contigo A música
lembras-te:
daqueles anos 80 que nos leram toda a existência?

estão ainda repletos de nós repletos de ti.
Minha amiga onde estás tu? aqui?
ainda neste som que nos consumia?
Lembro-te e são muitos dias...
que vivo também por ti.






[Com saudades de uma amiga]


4 comentários:

Ana Paula Sena disse...

Sweetness, sweetness I was only joking
When I said I'd like to smash every tooth
In your head

Ohh sweetness, sweetness, I was only joking
When I said by rights you should be
Bludgeoned in your bed

And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her Walkman started to melt
Ohh

(whoo whoo whooo)

Bigmouth, la da da da daa bigmouth, la da da da
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race

Ohh ohh ohhh, bigmouth, la da da da daa bigmouth, la da da da
Bigmouth strikes again
And I've got no right to take my place
With the Human race

And now I know how Joan of Arc felt
Now I know how Joan of Arc felt
As the flames rose to her roman nose
And her hearing aid started to melt

(...)

daniel disse...

Sinto cada palavra! O poema é língua universal, como a música, ou não é ele o espírito da própria humanidade?

Outro Daniel, que não eu, mas grande poeta: Daniel Faria, falecido ainda na juventude, escreveu:


"Eu peneiro o espírito e crivo o ritmo
Do sangue no amor, o movimento para fora
O desabrigo completo. Peneiro os múltiplos
Sentidos da palavra que sopra a sua voz
Nos pulsos. Crivo a pulsação do canto
E encontro
O silêncio inigualável de quem escuta (...)"

Adoro entrar aqui no Catharsis, a "purificação das almas", segundo Aristóteles.

=)

Violeta disse...

às vezes as saudades são assim...
Bjos e bom fim-de-semana

Frioleiras disse...

saudade (s) traz-me a letra da belíssima melodia de Purcell...

O solitude, my sweetest choice!
Places devoted to the night,
Remote from tumult and from noise,
How ye my restless thoughts delight!...
O solitude, my sweetest choice!
O heav'ns! what content is mine
To see these trees, which have appear'd
From the nativity of time,
And which all ages have rever'd,
To look today as fresh and green
As when their beauties first were seen.
O, how agreeable a sight
These hanging mountains do appear,
Which th' unhappy would invite
To finish all their sorrows here,
When their hard fate makes them endure
Such woes as only death can cure.
O, how I solitude adore!
That element of noblest wit,
Where I have learnt Apollo's lore,
Without the pains to study it.
For thy sake I in love am grown
With what thy fancy does pursue;
But when I think upon my own,
I hate it for that reason too,
Because it needs must hinder me
From seeing and from serving thee.
O solitude, O how I solitude adore!



(um beijo...............)