Foi muito bom de ver, Ana Paula. É o outro lado da fotografia que a grande maioria não quer ou se recusa mesmo a ver. E, ainda por cima, com esta mistura de sentimentos, da miséria à saudade, passando pela tristeza e pela solidariedade. Agita-nos ! Bom fim de semana. Um abraço.
Impressionante o vídeo Ana Paula, com música de fundo de Bach. Este mundo marginal é algo que me faz pensar muito! O que leva as pessoas a chegar aí!.. Vidas!'... No Irão como em muitos lados o dinheiro é sepre desviado para mãos erradas. De facto o espírito de Natal deve ser dirigido para estes caminhos... Beijinho, Manuela
Tudo isto dá tanto que pensar, Ana Paula. Também em Portugal, a miséria alastra e não vejo meio de se fazer frente ao pesadelo. Hoje, a rádio noticiava que 1 em cada 4 portugueses sobrevive com dificuldade.
Muito interessante é a forma pessoal de abordagem e de vínculo que o fotógrafo estabeleceu com todos eles. Saber a história de cada um, ouvi-los, partilhar um pouco do que tinha, pareceu-me extraordinário.
É caso para dizer que quem nunca conheceu a carência não pode verdadeiramente ver o mundo "pelo olhar" de quem nada tem. A experiência deste homem ensinou-o a fotografar e a dar sentido às imagens desta gente.
5 comentários:
Foi muito bom de ver, Ana Paula.
É o outro lado da fotografia que a grande maioria não quer ou se recusa mesmo a ver. E, ainda por cima, com esta mistura de sentimentos, da miséria à saudade, passando pela tristeza e pela solidariedade.
Agita-nos !
Bom fim de semana.
Um abraço.
Impressionante o vídeo Ana Paula, com música de fundo de Bach. Este mundo marginal é algo que me faz pensar muito! O que leva as pessoas a chegar aí!.. Vidas!'...
No Irão como em muitos lados o dinheiro é sepre desviado para mãos erradas.
De facto o espírito de Natal deve ser dirigido para estes caminhos...
Beijinho,
Manuela
Aprendemos sempre muito com o outro lado das coisas.
Um beijinho Ana Paula
:)))
Surpreendente...bjs
Tudo isto dá tanto que pensar, Ana Paula. Também em Portugal, a miséria alastra e não vejo meio de se fazer frente ao pesadelo. Hoje, a rádio noticiava que 1 em cada 4 portugueses sobrevive com dificuldade.
Muito interessante é a forma pessoal de abordagem e de vínculo que o fotógrafo estabeleceu com todos eles. Saber a história de cada um, ouvi-los, partilhar um pouco do que tinha, pareceu-me extraordinário.
É caso para dizer que quem nunca conheceu a carência não pode verdadeiramente ver o mundo "pelo olhar" de quem nada tem. A experiência deste homem ensinou-o a fotografar e a dar sentido às imagens desta gente.
Adorei o post.
Beijinho
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