domingo, 19 de maio de 2013

Maio

tenho conseguido mantê-lo(a) florido(a)

Foto A.P.

e la nave va... com música


notas para agitar a psicologia que há em 'nós'

Há casos em que nós, os psicólogos, nos portamos como cavalos, e nos inquietamos: vemos a nossa própria sombra oscilar para cima e para baixo diante de nós. O psicólogo se quer ver algo tem que afastar a vista de si.
Nietzsche, "Sentenças e Farpas" in Crepúsculo dos Ídolos - ou como se filosofa às marteladas

O 'Grande Gatsby' de Baz Lurhmann


Fui ver. Posso dizer que gostei, apesar de ser um certo 'pastiche' que traz um grande clássico aos dias de hoje - o resultado é bastante interessante mas desagradará aos puristas. Que eu não sou totalmente.
Primeiro ponto forte: trazer ao presente a grande literatura pelo nome de F. Scott Fitzgerald - "O Grande Gatsby" é para muitos inadaptável ao cinema. Mas uma coisa não precisa de substituir a outra, pois não?
Segundo ponto forte: a ousadia de Baz Luhrmann.
Os pontos fracos deixo para os críticos.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Liberdade


A presença das formigas
Nesta oficina caseira
A regra de três composta
Às tantas da madrugada
Maria que eu tanto prezo
E por modéstia me ama
A longa noite de insónia
Às voltas na mesma cama
A longa noite de insónia
Às voltas na mesma cama

Liberdade
Liberdade

Quem disse que era mentira
Quem disse que era mentira
Quero-te mais do que à morte
Quero-te mais do que à vida
Quero-te mais do que à morte
Quero-te mais do que à vida

 
A presença das formigas
Nesta oficina caseira
A regra de três composta
Às tantas da madrugada
Maria que eu tanto prezo
E por modéstia me ama
A longa noite de insónia
Às voltas na mesma cama
A longa noite de insónia
Às voltas na mesma cama

 
Liberdade
Liberdade
 
Quem disse que era mentira
Quem disse que era mentira
Quero-te mais do que à morte
Quero-te mais do que à vida
Quero-te mais do que à morte
Quero-te mais do que à vida


Letra e Música: José Afonso
Álbum: Coro dos Tribunais (1974) 

domingo, 21 de abril de 2013

don't worry! be happy :))

o que mais custa entender é a felicidade. o céu azul ofuscado pelo sol impiedoso à semelhança da impiedade na terra quando se cortam os humanos em postas para cozinhar à la carte em lume brando. e todos vivem felizes porque se assim não viverem os deuses podem discernir na tristeza e declaração de insatisfação um hipotético sinal de fraqueza ou... isso. o que mais custa entender é a felicidade diária como se fosse questão de repetição assegurada pelos dias sucessivos do nascer do sol ao sol posto e tudo está no seu lugar porque é assim simplesmente. como se a felicidade não fosse apenas coisa de um instante ou então como se não fosse tudo aquilo que é difícil manter. o que mais custa é a felicidade infeliz. o que mais custa é o canto dos passarinhos como se não povoassem os céus abutres. o que mais custa é a falta de gravidade sem nunca chegar a levitar. o que mais custa é isto tudo repleto de nadas.

Actualidade


Antiguidade


(...) a expressão de Dionísio é verdadeira: ele dizia com efeito que o maior benefício do governo era fazer o que queria com facilidade. Existe portanto um grande perigo que aquele que pode fazer o que quer queira o que não deve.
Plutarco, A Um Dirigente Sem Educação 
 

Regresso ao futuro

Muitas vezes, diz-se: nunca regresses a um lugar onde já foste feliz. Mas como não procurar todos os lugares que nos parecem compatíveis com...