até já estou com pena da Dra. Isabel Jonet. pena pelo massacre que lhe têm feito. e eu não gosto de massacres. trata-se afinal, para mim, de algo relativamente simples: eu não concordo com as declarações que fez. aliás, estou num pólo diametralmente oposto. e assim como a Dra. Isabel Jonet tem o direito de dizer o que diz e de dar essa orientação à instituição pela qual é responsável, eu também tenho o direito de não concordar com ela e de não gostar do seu estilo de caridade. ao qual a minha reacção é forte posto que me é visceralmente desagradável - as pessoas são seres integrais, com emoções e sensações que também as orientam adequadamente nas suas escolhas e decisões. como tal, sinto-me livre para não colaborar com o BA. de resto, já antes outras coisas me tinham desagradado nesta instituição. acresce que há muitas outras do tipo, de preferência várias de solidariedade social, com as quais poderei colaborar. mas o assunto, para mim, fica por aqui. longa vida ao BA, sobretudo se conseguir matar a fome a alguém (de preferência, a muitos). numa sociedade livre, as pessoas escolhem, e a minha escolha está feita, por agora. era o que mais faltava sermos obrigados para todo o sempre a um compromisso de colaboração com o BA, apenas em virtude de currículos, ou de provas dadas no passado. eu estou agora preocupada com o presente e com o futuro. e, como sabemos, todo o mundo é composto de mudança - para melhor e para pior. o passado conta como referência, mas não como amarra incondicional.
de tudo isto retiro, em especial, uma questão que me interessa: pode uma instituição ser absolutamente independente daqueles que a corporizam? mas isso é uma outra matéria, a qual merece redobrada atenção. a retomar um destes dias...
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