segunda-feira, 1 de julho de 2013

Da Viagem

Há uma Viagem que todos fazemos... antes ou depois de perguntar onde não há resposta. Há-os que viajam mais cedo - quando se adiantam não explicam porque foram antes. Não sabemos porque largaram a nau depois de conhecerem tão implacáveis tormentas. E o olhar de quem fica no cais só pode segui-los com a memória... além da compreensão. 
Bela. Jovem. Brilhante. Necessária. A tua viagem doeu-me. 
 

sábado, 29 de junho de 2013

Lugares

Não, não abandonei este espaço. Mas a disponibilidade para escrever - afinal, é o que justifica a sua existência - tem sido quase nula. Nada disto passa por ser obrigação. É mais devoção. A disponibilidade requer tempo livre mas, sobretudo, exige um espaço psicológico. Que tem estado em crise - assim como tudo. Apesar disso... eis que esse estado crítico se insinua mais, um estado que é para mim também um lugar a ocupar a minha mente, mais crítico porque mais instável - um equilíbrio instável é o que pode exigir-me palavras escritas. Viver activamente pode ser existir apenas numa espécie de modorra desgastante. Mas há outras formas de vida possíveis. Às vezes tão distantes como as tais profundas galáxias que adivinhamos existirem para lá de... no universo imenso. Outras vezes, tão próximas quanto a nossa imaginação.
É porque escrever é preciso. É porque continuar é preciso.

Até já.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Música para catharsis





Agora é só pôr em prática


Questões de dignidade

No reino dos fins, tudo tem ou um preço ou uma dignidade. Quando uma coisa tem um preço, pode pôr-se em vez dela qualquer outra como 'equivalente'; mas quando uma coisa está acima de todo o preço, e portanto, não permite equivalente, então tem ela dignidade.
I.Kant, Fundamentação da Metafísica dos Costumes

terça-feira, 21 de maio de 2013

domingo, 19 de maio de 2013

Maio

tenho conseguido mantê-lo(a) florido(a)

Foto A.P.

e la nave va... com música


notas para agitar a psicologia que há em 'nós'

Há casos em que nós, os psicólogos, nos portamos como cavalos, e nos inquietamos: vemos a nossa própria sombra oscilar para cima e para baixo diante de nós. O psicólogo se quer ver algo tem que afastar a vista de si.
Nietzsche, "Sentenças e Farpas" in Crepúsculo dos Ídolos - ou como se filosofa às marteladas